O QUE FOI APRESENTADO
Finalidade da operação
As indústrias de embalagens e de utensílios descartáveis enfrentam um desafio crescente em termos de sustentabilidade ambiental, estando sob pressão para reduzir a utilização de plásticos “convencionais”, i.e. derivados de combustíveis fósseis, devido ao seu impacte ambiental negativo. Acresce ainda que, em linha com as temáticas de sustentabilidade e combate às alterações climáticas, cada vez mais, são impostos novos regulamentos às indústrias, visando reduzir a utilização de plásticos. Este cenário exige alternativas inovadoras e ambientalmente responsáveis para a produção de embalagens e outros produtos plásticos. A necessidade de substituir plásticos convencionais por materiais sustentáveis é, por demais, evidente, consequência do impacte significativo que estes apresentam no meio…
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As indústrias de embalagens e de utensílios descartáveis enfrentam um desafio crescente em termos de sustentabilidade ambiental, estando sob pressão para reduzir a utilização de plásticos “convencionais”, i.e. derivados de combustíveis fósseis, devido ao seu impacte ambiental negativo. Acresce ainda que, em linha com as temáticas de sustentabilidade e combate às alterações climáticas, cada vez mais, são impostos novos regulamentos às indústrias, visando reduzir a utilização de plásticos. Este cenário exige alternativas inovadoras e ambientalmente responsáveis para a produção de embalagens e outros produtos plásticos. A necessidade de substituir plásticos convencionais por materiais sustentáveis é, por demais, evidente, consequência do impacte significativo que estes apresentam no meio ambiente devido à sua lenta degradação e aos resíduos que geram, especialmente quando descartados incorretamente. Esta realidade impulsiona o desenvolvimento de novos biopolímeros, que são materiais poliméricos derivados de fontes renováveis como, por exemplo, plantas, resíduos agrícolas ou marinhos. Por sua vez, o setor agrícola enfrenta, atualmente, um paradoxo. Enquanto a utilização de plásticos tem contribuído significativamente para a sua eficiência e produtividade, os impactes ambientais negativos associados a estes materiais tornaram-se uma preocupação crescente. Assim, desenvolver plásticos mais sustentáveis para uso na agricultura não é apenas uma questão de inovação tecnológica, mas uma necessidade urgente para garantir a sustentabilidade a longo prazo dos sistemas agroalimentares. A durabilidade e a resistência dos plásticos convencionais, que os tornam tão úteis, também resultam em problemas ambientais sérios quando se transformam em resíduos. A acumulação de resíduos plásticos nos solos agrícolas, para além da evidente contaminação dos solos, leva a impactes negativos na biodiversidade. Além disso, muitos plásticos agrícolas não são reciclados adequadamente, contribuindo para a poluição ambiental e aumentando a carga nos sistemas de gestão de resíduos. É neste contexto que surge o projeto AlgaeTech, apresentando os seguintes objetivos SMART, que se preconizam alcançar até ao término do projeto: 1-Desenvolvimento de um vaso maioritariamente à base de algas (idealmente 100%); 2-Desenvolvimento de 2 tipologias de vasos BIO2, biodegradável e bioativo, com características diferenciadoras (e.g. durabilidade/resistência ao longo do tempo de cultura, capacidade de retenção de água, capacidade de perfuração (pelas raízes); 3-Desenvolvimento e teste de compósitos mais sustentáveis a partir de macroalgas e de conchas de bivalves para injeção, e com garantia de qualidade e segurança alimentar; 4-Desenvolvimento e validação de processo de moldação por compressão para a produção dos vasos obtidos por valorização de recursos marinhos5-Desenvolvimento e validação de processo de injeção e insuflação para a produção do copo de gin com valorização de recursos marinhos. Em termos de mercado, o projeto consubstanciar-se-á, nos 4 anos após lançamento, do ponto de vista económico tangível em ~381 mil € para a Moldes RP (28% exportados) e em 191 mil € para a Deifil (100% exportados).
PROGRAMA E OBJETIVOS
Como a operação está enquadrada
- Programa
- Programa Inovação e Transição Digital
- Fundo
- Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
- Objetivo estratégico
- + Inteligente
- Objetivo específico
- Reforçar a investigação, inovação e adoção de tecnologias avançadas.
- Área temática
- Investigação, Desenvolvimento e Inovação
- Atividade económica
- Fabricação de outros artigos de plástico, n.e.
- Modalidade
- Subvenção
- Taxa de cofinanciamento
- 77.08%
ONDE
Distribuição territorial publicada
Localização observada no ficheiro de 31 de agosto de 2026.
QUANDO
Calendário publicado
- Início previsto
- 1 de fevereiro de 2025
- Início efetivo
- 17 de março de 2025
- Conclusão prevista
- 1 de fevereiro de 2028
- Conclusão efetiva
- Não indicada