Esta ficha organiza os campos que o Portugal 2030 publica sobre a operação: financiamento aprovado, execução administrativa, enquadramento e território. O mérito da candidatura e os resultados no terreno não constam desta fonte.

NORTE2030-FEDER-01858100

O QUE FOI APRESENTADO

Finalidade da operação

A ARFIT tem crescido de forma robusta no mercado – quer em volume de negócios (gamas, produtos próprios), áreas funcionais (fabrico próprio, equipas), posicionamento e tipo de resposta ao mercado (segmentos, mercados) – o que tem traduzido uma operação global particularmente mais complexa do que a registada há alguns anos.Esta evolução tem traduzido desafios adicionais ao nível do desempenho comercial, técnico e, sobretudo, do desempenho fabril que atualmente se considera numa situação insustentável de “overbooking fabril”. Como pormenorizado, será pela via da qualificação, sofisticação e integração do layout e processo fabril, que será possível dar continuidade ao bom posicionamento que a ARFIT tem vindo a conseguir junto de clientes de especialização (utilizadores avançados de fileiras…

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A ARFIT tem crescido de forma robusta no mercado – quer em volume de negócios (gamas, produtos próprios), áreas funcionais (fabrico próprio, equipas), posicionamento e tipo de resposta ao mercado (segmentos, mercados) – o que tem traduzido uma operação global particularmente mais complexa do que a registada há alguns anos.Esta evolução tem traduzido desafios adicionais ao nível do desempenho comercial, técnico e, sobretudo, do desempenho fabril que atualmente se considera numa situação insustentável de “overbooking fabril”. Como pormenorizado, será pela via da qualificação, sofisticação e integração do layout e processo fabril, que será possível dar continuidade ao bom posicionamento que a ARFIT tem vindo a conseguir junto de clientes de especialização (utilizadores avançados de fileiras como o hospitalar, laborarorial ou industrial), junto parceiros estratégicos (com quem vem partilhando trabalho e projetos de grande complexidade no mercado nacional e internacional) e enquanto marca distinta de soluções inovadoras para o segmento (centros de comando, UTA’s higiénicas, certificações, entre outros). As limitações atuais do seu layout fabril são diversas e requerem uma alteração da política mais “reativa” que tem vindo a ser seguida nos últimos anos. Apesar do bom posicionamento e resultado (em 2023 terá atingido uma marca histórica de faturação e de trabalhos concretizados). Será essencial reposicionar esta área funcional sob pena de perder todas as dinâmicas conseguidas e, sobretudo, de tornar insustentável a gestão das operações. A operação considera por isso um conjunto de iniciativas que visam: 1. Reduzir ou eliminar as falhas de integração fabril – quer de organização física e lógica do próprio processo fabril (falhas de integração de fases fabris), de automatização (processos manuais em, e entre, fases do processo, movimentação de cargas e alimentação de equipamentos) que originam, perdas elevadas de tempo e de setup fabril, paragens forçadas (técnicas e não técnicas) e um elevado volume de stocks intermédios (ou em processamento). Estão previstas melhorias que permitem redefinir o layout atual por um processo lógico, fluído e dimensionado para a atividade atual e futura da atividade (reorganização de fases, criação de espaços intermédios de trabalho, integração de processos – montagem e eletrificação num só espaço físico multifuncional) e a inclusão de equipamentos e elementos (que deverão eliminar o já referido “overbooking fabril”; 2. Elevar técnica e tecnologicamente fases do processo – sofisticando-o de forma transversal em critérios de qualidade e capacidade de transformação (capacidades de desenvolvimento de componentes da Paneladora), fiabilidade e rapidez de processos (sensorização de equipamentos de quinadoras, automatização da guilhotina, gruas elevatórias para a montagem e bancadas elevatórias e robot de embalamento) e otimização fabril (incorporação e centralização de sistemas de informação fabril com elevada utilidade para a gestão fabril, atualmente inexistentes) – procurando aumentar a capacidade de desenvolvimento e produção geral diária da unidade; 3. Introduzir um novo modelo de gestão e planeamento fabril – baseado na virtualização de processos, na simulação fabril e no controlo de consumos e de processos fase/fase da unidade. Como referido, a unidade atual encontra-se praticamente “off grid”, isto é, com exceção de equipamentos como a perfiladora e a Puncionadora, o processo não é informatizado como exigível e não permite deter informação crítica para a tomada de decisões e controlo operacional. Prevê-se a integração de diversos critérios de controlo que se encontram omissos para a gestão ao nível da recolha/processamento/gestão de dados fabris como consumos de equipamentos, planeamento fabril, avaliação de desvios e necessidades de aprovisionamento de MP e materiais, sequenciação de processos, status de encomenda, entre outros a obter com MES e elementos de informatização (bastidor, sensorização) fabril. Sob uma perspetiva SMART prevê-se até 2027: 1.Dar sustentabilidade ao aumento dos níveis de faturação face ao registado em 2023, prevendo-se um aumento de 45 % - face a esse registo histórico - para níveis estáveis de 15 M € por via do crescimento e acesso ao mercado externo estabelecendo operações recorrentes e estáveis em 12 novos mercados representativos de cerca de 30 % das operações futuras; 2.Aumentar a performance operacional, nomeadamente, das M.B. da atividade por reflexo de uma melhor definição dos seus fatores produtivos (VAB em cerca de 3 p.p. ou de cerca de 300.000 € anualmente por comparativo inicial) e por diferentes critérios de produtividade das equipas, estimando-se um aumento de cerca de 30% da produtividade do trabalhos; 3.Alargar a equipa da ARFIT a mais 14 novos elementos, criando uma equipa robusta e estruturada em departamentos chave, dos quais 8 deverão corresponder a áreas técnicas de gestão de produção, projeto, qualidade e suporte comercial.

PROGRAMA E OBJETIVOS

Como a operação está enquadrada

Programa
Programa Regional do Norte
Fundo
Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
Objetivo estratégico
+ Inteligente
Objetivo específico
Reforçar o crescimento, a competitividade e a criação de emprego nas PME.
Área temática
PME
Atividade económica
Fabricação de outros produtos metálicos diversos, n.e.
Modalidade
Subvenção
Taxa de cofinanciamento
40%

ONDE

Distribuição territorial publicada

MaiaÁrea Metropolitana do Porto · Norte
100% da localização

Localização observada no ficheiro de 31 de agosto de 2026.

QUANDO

Calendário publicado

Início previsto
12 de novembro de 2024
Início efetivo
9 de março de 2026
Conclusão prevista
31 de março de 2026
Conclusão efetiva
Não indicada

PROVENIÊNCIA

Fonte oficial e datas de corte

Operação e valores: 31 de agosto de 2026. Localização: 31 de agosto de 2026.

Consultar o portal oficial Portugal 2030 ↗Capturas validadas por SHA-256; fonte verificada em 21 de setembro de 2026.