PME · Em Execução

Projeto de internacionalização com o objetivo de diversificar clientes, mercados geográficos e setores, bem como, ganhar presença e notoriedade internacional nos mercados externos alvo, para cumprir a estratégia de negócio de ser uma empresa híbrida

CAIXA MÁGICA SOFTWARE, S.A.

Fundo aprovado
99 738,88 €
Fundo executado
0,00 €
Fundo pago
9 973,89 €

Esta ficha organiza os campos que o Portugal 2030 publica sobre a operação: financiamento aprovado, execução administrativa, enquadramento e território. O mérito da candidatura e os resultados no terreno não constam desta fonte.

LISBOA2030-FEDER-01633000

O QUE FOI APRESENTADO

Finalidade da operação

Objetivos: -Volume de Negócios (VN) total – alcançar um VN de 6,3 M€ no final de 2027; -VN Internacional (VNI) – represente, pelo menos, 2,4 M€ no final de 2027, ou seja, 38,1% de taxa de exportação nesse ano; -Diversificação dos Mercados Internacionais – obter um VNI até 2027, em pelo menos 6 dos 11 mercados externos alvo de investimento (Reino Unido, Itália, França, Alemanha, Bélgica, Países Baixos, Angola, Senegal, Costa do Marfim, Colômbia e Peru); -Certificação da ISO 27001 – conseguir implementar e certificar a CMS com um Sistema de Gestão da Segurança da Informação, pela ISO 27001, até meados de 2026; -Equipa Comercial e Marketing Internacional – constituir equipa Comercial e Marketing Internacional, com, pelo menos, 2 novos RH dedicados às funções comerciais (business developer) e…

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Objetivos: -Volume de Negócios (VN) total – alcançar um VN de 6,3 M€ no final de 2027; -VN Internacional (VNI) – represente, pelo menos, 2,4 M€ no final de 2027, ou seja, 38,1% de taxa de exportação nesse ano; -Diversificação dos Mercados Internacionais – obter um VNI até 2027, em pelo menos 6 dos 11 mercados externos alvo de investimento (Reino Unido, Itália, França, Alemanha, Bélgica, Países Baixos, Angola, Senegal, Costa do Marfim, Colômbia e Peru); -Certificação da ISO 27001 – conseguir implementar e certificar a CMS com um Sistema de Gestão da Segurança da Informação, pela ISO 27001, até meados de 2026; -Equipa Comercial e Marketing Internacional – constituir equipa Comercial e Marketing Internacional, com, pelo menos, 2 novos RH dedicados às funções comerciais (business developer) e de marketing (marketeer) para os mercados externos alvo, até meados/final de 2025; -EBITDA/VN – obter um rácio de 15,6% no final de 2027. Pilares de atuação (e de investimento): 1.Diversificar Clientes, Mercados Geográficos e Setores: A CMS precisa focar-se nos referidos dois setores onde tem competências, know-how, oferta, projetos e clientes de referência, onde a concorrência TI (nacional e internacional) é muito menor (que a das áreas do desenvolvimento de software web, desktop e mobile): - eID – identificação eletrónica / identidade digital; - Automotive infotainment. Diversificar clientes, como outras INCM e Faurecia no mundo, mas também explorar estes clientes nos seus projetos de internacionalização. Diversificar os mercados geográficos externos, para países que valorizam as inovações tecnológicas, apostam em soluções de identificação eletrónica e identidade digital, nos cartões de identificação (cartão do cidadão, passaportes, cartões bancários e outros) – como o Reino Unido, Itália, Bélgica, Países Baixos, França e Alemanha (estes dois últimos já mercados da CMS em 2023, mas para a Faurecia, no segmento do automotive infotainment). E abordar outros mercados, menos evoluídos, mas nos quais já se sabe que têm entidades públicas com fortes e grandes (em escala) projetos de identificação eletrónica, via INCM, parceiro K Bonito (Filipe Carvalho) e parceiro FAMOCO: Colômbia, Peru, Angola, Senegal e Costa do Marfim. Será importante para o sucesso internacional da CMS, que a empresa adote uma política de angariação, dinamização e retenção de Parceiros Internacionais, de preferência com a dupla valência, comercial (venderem) e técnica (instalarem e manterem as soluções) localmente (nos mercados externos alvo da CMS). 2.Ganhar presença e notoriedade internacional nos mercados externos alvo: Significa ter um plano de ações de internacionalização a médio prazo (para os próximos 2 anos, no mínimo) – como viagens de prospeção comercial, presença em feiras como expositora, realização de road-shows – mas também, apostar forte em marketing e marketing digital; e não menos importante, apostar na constituição de uma equipa comercial e de marketing internacional que faça acontecer a realização das ações planeadas. Muito importante, ainda, será a criação e registo de marcas próprias, bem como, a implementação e certificação da norma ISO 27001 (Sistema de Gestão da Segurança da Informação), fundamental para poder abordar mercados geográficos exigentes (Europa) e setores onde a segurança da informação é fundamental, como é o caso do setor eID e do automotive infotainment. 3.Continuar a apostar, cada vez mais forte, no I&D: O I&D é o motor da CMS para a criação de novas soluções tecnológicas próprias, inovadoras. A estratégia de inovação da CMS passará pelo desenvolvimento de soluções próprias, de elevado valor acrescentado, apostando na especialização em abordagens técnico-científicas e áreas emergentes, nomeadamente Inteligência Artificial (IA), como Machine Learning (ML) e Deep Learning (DL), Cibersegurança e Segurança de Dados. Deverá por isso, ser formalizado numa política de I&D para a CMS, de novas soluções de TI que tenham um significativo grau de inovação e diferenciação face às soluções já existentes no mercado (internacional – deve ser esta a referência de benchmarking da CMS). Sendo igualmente importante assegurar: i) vigilância tecnológica sobre as novas tecnologias disruptivas e o seu potencial de aplicação nos setores alvo; ii) mais e constante formação técnica e tecnológica para o seu pessoal; iii) reforço de meios humanos técnicos, de modo a aumentar a sua capacidade de I&D; iv) integrar-se em candidaturas de referência, I&DT do PT2030 e Comunitárias, em copromoção. 4.Conseguir reter a atual equipa técnica e captar novo talento: De modo a conseguir ter equipas competentes e estáveis, mantendo os colaboradores envolvidos e para gerar satisfação no seu recurso mais precioso, o Capital Humano. Captar novo talento, em TI, e em especial em Inteligência Artificial (IA), Machine Learning (ML) e Deep Learning (DL), Cibersegurança e Segurança de Dados. Criar relações mais profundas com as Universidades das áreas das TI.

PROGRAMA E OBJETIVOS

Como a operação está enquadrada

Programa
Programa Regional de Lisboa
Fundo
Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
Objetivo estratégico
+ Inteligente
Objetivo específico
Reforçar o crescimento, a competitividade e a criação de emprego nas PME.
Área temática
PME
Atividade económica
Atividades de programação informática
Modalidade
Subvenção
Taxa de cofinanciamento
40%

ONDE

Distribuição territorial publicada

LisboaÁrea Metropolitana de Lisboa · Área Metropolitana de Lisboa
100% da localização

Localização observada no ficheiro de 31 de agosto de 2026.

QUANDO

Calendário publicado

Início previsto
1 de outubro de 2024
Início efetivo
13 de novembro de 2025
Conclusão prevista
30 de setembro de 2026
Conclusão efetiva
Não indicada

PROVENIÊNCIA

Fonte oficial e datas de corte

Operação e valores: 31 de agosto de 2026. Localização: 31 de agosto de 2026.

Consultar o portal oficial Portugal 2030 ↗Capturas validadas por SHA-256; fonte verificada em 21 de setembro de 2026.