PME · Aceite pela Entidade

Projeto de qualificação da AMI em fatores imateriais de competitividade, nomeadamente, em novas soluções de sistemas de informação de gestão interna e de relacionamento / digitalização com os clientes, cibersegurança, registo de marcas e certificaçõe

AMI - TECNOLOGIAS PARA TRANSPORTES, S.A.

Fundo aprovado
113 030,00 €
Fundo executado
0,00 €
Fundo pago
0,00 €

Esta ficha organiza os campos que o Portugal 2030 publica sobre a operação: financiamento aprovado, execução administrativa, enquadramento e território. O mérito da candidatura e os resultados no terreno não constam desta fonte.

COMPETE2030-FEDER-02445500

O QUE FOI APRESENTADO

Finalidade da operação

Objetivos Estratégicos: - VN – 4,768 M€ no final de 2028; Certificações – conseguir implementar e certificar: o SGIDI (ISO 56001:2024) e o SGSI (NP ISO/IEC 27001:2022) até final de 2026; Modernização das ferramentas informáticas do suporte técnico pós-venda e cibersegurança – de modo a conseguir diminuir o número de reclamações na ATPV para < 1% do total dos pedidos e implementar ferramentas de cibersegurança que permitam cumprir os requisitos da Diretiva SRI 2; I&DT – lançar pelo menos 2 produtos até final de 2028 e aumentar o investimento em I&D para 3% em 2028; Internacionalização – aumentar as vendas para Espanha e França, de modo a que em 2028 consiga obter uma taxa de exportação de 35,5%; EBITDA/VN – obter um rácio de 31,8% no final de 2028. ***CONTINUAÇÃO DO CAMPO ANTERIOR…

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Objetivos Estratégicos: - VN – 4,768 M€ no final de 2028; Certificações – conseguir implementar e certificar: o SGIDI (ISO 56001:2024) e o SGSI (NP ISO/IEC 27001:2022) até final de 2026; Modernização das ferramentas informáticas do suporte técnico pós-venda e cibersegurança – de modo a conseguir diminuir o número de reclamações na ATPV para < 1% do total dos pedidos e implementar ferramentas de cibersegurança que permitam cumprir os requisitos da Diretiva SRI 2; I&DT – lançar pelo menos 2 produtos até final de 2028 e aumentar o investimento em I&D para 3% em 2028; Internacionalização – aumentar as vendas para Espanha e França, de modo a que em 2028 consiga obter uma taxa de exportação de 35,5%; EBITDA/VN – obter um rácio de 31,8% no final de 2028. ***CONTINUAÇÃO DO CAMPO ANTERIOR (“Diagnóstico Estratégico”)*** Para os próximos três anos, a estratégia de negócio da AMI deve privilegiar a diferenciação pela modernização e inovação contínua das suas soluções próprias TICE para o segmento dos transportes rodoviários de passageiros, mas também, privilegiar os fatores dinâmicos de competitividade imateriais que permitam à AMI posicionar-se de forma mais competitiva perante os seus clientes e fazer crescer o seu negócio nos mercados geográficos onde atua – Portugal, Espanha e França. 3 as grandes áreas de investimento estratégico para a AMI: I) Intensificar o I&D e a Inovação: - Apostar nas tecnologias TICE state-of-the-art que ajudem a destacar a inovação das soluções da AMI; - Fornecer uma plataforma inteligente de apoio aos operadores de transporte públicos e respetivos utilizadores, que facilite a tomada de decisões como o agendamento e planeamento de rotas, informação da afluência de passageiros, escalamento dinâmico, entre outras funcionalidades de maior valor acrescentado para uma gestão dinâmica, on real time e digital / desmaterializada dos principais meios de operação deste negócio; - Apostar em inovadoras soluções para a gestão das redes de transportes e sistemas de bilhética desmaterializados e flexíveis; - Apostar em novas soluções colaborativas focadas nos utentes dos transportes terrestres de passageiros, que permitam melhorar e otimizar os seus serviços atuais, bem como, disponibilizar novos serviços de valor acrescentado; - Apostar na centralização da informação operacional real e em tempo real, dos indicadores de gestão do transporte, quer para a gestão de topo dos operadores de transporte para melhor dimensionarem os meios em cada momento, quer para as entidades concessionárias (CIM, Autarquias, etc.) que estão a seguir modelos de negócio de pagamento do serviço do transporte função da sua utilização, exigindo por isso soluções TICE mais inovadoras, robustas e abrangentes. II) Apostar nos fatores imateriais de competitividade: - Novas soluções informáticas internas e de inter-relacionamento com os clientes, que tornem mais eficiente e com qualidade, a prestação dos serviços de suporte técnico pós-venda, colmatando uma necessidade que é hoje um ponto fraco da AMI, numa das duas áreas de negócio da qual depende a sua faturação aos clientes operadores de transporte rodoviário de passageiros, a dos contratos de manutenção plurianuais; - Apostar em novas ferramentas de cibersegurança e de digitalização (por exemplo a transição da informação para a cloud) / desmaterialização da informação relevante com os parceiros de negócio. O domínio da cibersegurança é especialmente relevante e atual para a AMI, decorrente da Diretiva Comunitária SRI 2 (em processo de transposição, e que vai abranger “os sistemas de rede e informação passaram a ocupar um lugar central na vida quotidiana” como o setor da mobilidade e dos transportes); - Apostar em certificações que organizem a empresa ao nível dos procedimentos e evidências dos sistemas de gestão das atividades prestadas pela AMI mais relevantes para o seu negócio: i) Sistema de Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação (SGIDI, pela norma ISO 56001:2024); ii) Sistema de Gestão da Segurança da Informação (SGSI, pela norma NP ISO/IEC 27001:2022. Esta última começa a ser exigida pelos mercados e potenciais clientes, às empresas desenvolvedoras e fornecedoras de soluções próprias TICE, e ainda mais, em concursos públicos, comuns neste negócio. São certificações importantes também como “ferramentas de marketing” para mostrar ao mercado e aos clientes, o elevado nível de organização da atuação por procedimentos normativos certificados; - Continuar a política de proteção da propriedade intelectual, marcas e patentes das suas novas soluções. III) Tratar bem do seu “Capital Humano”: - Empreender políticas de valorização dos seus colaboradores, de modo a retê-los; - Bem como políticas de flexibilização conducentes a uma melhor conciliação da vida profissional com a familiar; - Possuir meios e políticas atrativas que permitam captar mais e melhor talento (novos colaboradores).

PROGRAMA E OBJETIVOS

Como a operação está enquadrada

Programa
Programa Inovação e Transição Digital
Fundo
Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
Objetivo estratégico
+ Inteligente
Objetivo específico
Reforçar o crescimento, a competitividade e a criação de emprego nas PME.
Área temática
PME
Atividade económica
Fabricação de instrumentos e aparelhos de medida, verificação, navegação e outros fins, n.e.
Modalidade
Subvenção
Taxa de cofinanciamento
50%

ONDE

Distribuição territorial publicada

BragaCávado · Norte
100% da localização

Localização observada no ficheiro de 31 de agosto de 2026.

QUANDO

Calendário publicado

Início previsto
1 de julho de 2026
Início efetivo
Não indicada
Conclusão prevista
29 de junho de 2028
Conclusão efetiva
Não indicada

PROVENIÊNCIA

Fonte oficial e datas de corte

Operação e valores: 31 de agosto de 2026. Localização: 31 de agosto de 2026.

Consultar o portal oficial Portugal 2030 ↗Capturas validadas por SHA-256; fonte verificada em 21 de setembro de 2026.