O QUE FOI APRESENTADO
Finalidade da operação
O projeto SUSTAIN, conduzido em Portugal pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), em colaboração com REQUIMTE e CoLAB4Food, propõe-se a dois objetivos estratégicos principais: (OE 1) Reforçar a transferência de conhecimento científico e tecnológico para o setor empresarial, facilitando a aplicação prática de inovações que melhorem a saúde pública e ambiental; e (OE 2) Promover a valorização económica dos resultados de Investigação e Desenvolvimento (I&D) produzidos pelo sistema de Investigação e Inovação (I&I), visando gerar valor económico e social a partir dos avanços científicos. Estes objetivos estratégicos são concretizados por meio de três linhas de atuação distintas e complementares. Em primeiro lugar, o projeto concentra-se na implementação de tecnologias acessíveis…
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O projeto SUSTAIN, conduzido em Portugal pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), em colaboração com REQUIMTE e CoLAB4Food, propõe-se a dois objetivos estratégicos principais: (OE 1) Reforçar a transferência de conhecimento científico e tecnológico para o setor empresarial, facilitando a aplicação prática de inovações que melhorem a saúde pública e ambiental; e (OE 2) Promover a valorização económica dos resultados de Investigação e Desenvolvimento (I&D) produzidos pelo sistema de Investigação e Inovação (I&I), visando gerar valor económico e social a partir dos avanços científicos. Estes objetivos estratégicos são concretizados por meio de três linhas de atuação distintas e complementares. Em primeiro lugar, o projeto concentra-se na implementação de tecnologias acessíveis para a deteção de alergénios em alimentos. Esta iniciativa não só visa garantir uma alimentação mais segura e alinhada com as normativas da União Europeia, mas também tem o potencial de melhorar significativamente a qualidade de vida dos consumidores, mitigando riscos associados a alergias alimentares. Em segundo lugar, o SUSTAIN dedica-se ao desenvolvimento de ingredientes emergentes e à valorização de subprodutos da indústria agroalimentar. Este esforço é guiado pela adoção de abordagens inovadoras, promovendo a sustentabilidade e a eficiência nos processos alimentares. A transformação de subprodutos industriais em recursos úteis reduz o desperdício, e também diminui o impacto ambiental associado à produção de alimentos, ao longo da candidatura são dados exemplos de ensaios de investigação ao serviço da abordagem dos ingredientes emergentes. Por fim e terceiro lugar, o projeto foca na implementação de rotulagem sustentável, permitindo a divulgação precisa de informações ambientais e alegações (nutricionais, saúde e outras). Essa abordagem facilita o cumprimento das normas regulatórias vigentes, e fortalece a competitividade das empresas do setor alimentar, especialmente as pequenas e médias empresas (PME), ao oferecer produtos mais seguros e transparentes ao consumidor final. O projeto SUSTAIN visa elevar o padrão de qualidade e segurança alimentar em Portugal, com objetivo de posicionar o nosso país como um líder em inovação e sustentabilidade no contexto global. Através da capacitação tecnológica e da promoção do conhecimento científico e tecnológico, o SUSTAIN contribui para um setor alimentar mais robusto, seguro e sustentável, alinhado com as exigências do mercado europeu e internacional. Os objetivos operacionais do projeto SUSTAIN são delineados para operacionalizar os objetivos estratégicos e alcançar os resultados desejados em cada uma das três linhas de atuação principais: deteção de alergénios, desenvolvimento de ingredientes inovadores e emergentes, e implementação de rotulagem sustentável. Cada objetivo operacional é projetado para cumprir metas específicas que contribuem para o sucesso geral do projeto. Objetivo Operacional 1 (OP1): Disseminação e demonstração de Resultados de I&D O OP1 concentra-se na disseminação dos resultados prévios de pesquisa e desenvolvimento (I&D) alcançados nas três linhas estratégicas do projeto: deteção de alergénios, utilização de ingredientes inovadores e emergentes, e rotulagem sustentável. Isso inclui a criação de fichas de tecnologia, apresentações (pitches) e vídeos explicativos que destacam as inovações desenvolvidas. Além disso, serão organizados "Demo Days" e campanhas digitais de marketing para promover essas tecnologias junto ao público-alvo, incluindo empresas do setor alimentar. Os recursos necessários para esta atividade incluem plataformas de marketing digital e espaços de evento para as demonstrações práticas. Objetivo Operacional 2 (OP2): Desenvolvimento de novas tecnologias (PoC - prova de conceito) O OP2 visa avançar na pesquisa e no desenvolvimento de novas tecnologias que são fundamentais para o projeto SUSTAIN. Isso inclui o desenvolvimento de provas de conceito (PoCs) para as tecnologias centrais nas áreas de deteção de alergénios, utilização de ingredientes inovadores e emergentes, e rotulagem sustentável. Por exemplo, na deteção de alergénios, o foco está no uso de imunossensores eletroquímicos para garantir precisão e rapidez na identificação de substâncias alergénicas em alimentos. Para os ingredientes inovadores, o objetivo é demonstrar a casos de sucessos baseados em ensaios experimentais baseados em projetos em que cada parceiro do consórcio esteve envolvido e anteriormente na memória descritiva foram descritos exemplos para dar suporte ao nosso tema. Objetivo Operacional 3 (OP3): Promoção de colaboração entre empresas e ENESII O OP3 visa fortalecer a colaboração entre empresas e o sistema de Investigação e Inovação (I&I) representado pela ENESII (Entidade Nacional de Estudos de Inovação e Investigação), facilitando a cooperação através de serviços, contratos e acordos de confidencialidade (NDAs). O objetivo é estabelecer parcerias estratégicas que resultem não apenas na aplicação prática das inovações desenvolvidas, mas também na geração de novos projetos colaborativos. Isso inclui a promoção de serviços personalizados, consultoria especializada em inovação, e a criação de redes de colaboração interinstitucionais que beneficiem o setor agroalimentar. O indicador de sucesso para este objetivo é o aumento do número de empresas envolvidas em cooperação com a ENESII e o lançamento de novos projetos de colaboração que ampliem o impacto das tecnologias desenvolvidas pelo SUSTAIN. Objetivo Operacional 4 (OP4): Campanhas de informação direcionadas ao setor agroalimentar O OP4 concentra-se na organização de diversas atividades de disseminação de informações e promoção do projeto SUSTAIN no setor agroalimentar. Isso inclui eventos como a "Expo Night + Tech Talks", webinar inicial de apresentação do projeto, e o seminário final para apresentação dos resultados e impactos do projeto. Além disso, serão realizados workshops com temas específicos sobre a gestão de alérgenos (Tema: Gestão de Alérgenos no Setor Alimentar: Segurança, Regulação e Comunicação), sustentabilidade dos novos ingredientes (Tema: Introdução aos ingredientes emergentes e suas características.), e melhores práticas de rotulagem clara e informativa (Tema: Rotulagem Transparente e Informativa: Garantindo a Confiança do Consumidor no Mercado de Alimentos). Estes eventos serão organizados em diferentes localizações para garantir uma abrangência nacional e regional, promovendo o conhecimento e a adoção das inovações desenvolvidas pelo projeto. Os recursos necessários para estas atividades incluem plataformas de webinar, locais de evento adequados, materiais educativos e ferramentas de comunicação digital para alcançar efetivamente o público-alvo do setor agroalimentar. Os 4 objetivos operacionais descritos são fundamentais para traduzir os 2 objetivos estratégicos em ações concretas, com vista a atender as exigências regulamentares e de mercado, e também alavancar a competitividade e sustentabilidade das empresas, especialmente as pequenas e médias empresas (PME) no contexto nacional e internacional. O sucesso do projeto SUSTAIN depende da colaboração ativa entre os diversos stakeholders envolvidos, garantindo um impacto positivo e duradouro no setor agroalimentar no Norte, Centro e Alentejo com olhos postos no futuro. Paralelamente, o projeto Sustain fundamentou-se numa revisão detalhada da literatura científica, que abrange as três principais linhas de investigação: deteção de alergénios, abordagem de ingredientes inovadores e emergentes, e rotulagem de alimentos. Essas referências bibliográficas fornecem uma base sólida de conhecimento teórico e prático, essencial para orientar o desenvolvimento e implementação das estratégias propostas a seguir. Segue-se as referências: 1. Leskovac, A. and S. Petrovic, Pesticide Use and Degradation Strategies: Food Safety, Challenges and Perspectives. Foods, 2023. 12(14). 2. Fernandes, V.C., et al., Pesticide residues in Portuguese strawberries grown in 2009-2010 using integrated pest management and organic farming. Environmental Science and Pollution Research, 2012. 19(9): p. 4184-4192. 3. Pestana, D., et al., Persistent organic pollutant levels in human visceral and subcutaneous adipose tissue in obese individuals—Depot differences and dysmetabolism implications. Environmental Research, 2014. 133(0): p. 170-177. 4. Sousa, S., et al., Accumulation of organophosphorus pollutants in adipose tissue of obese women - metabolic alterations. Environ Res, 2023. 239(Pt 1): p. 117337. 5. Regulation (EC) No. 396/2005 of The European Parliament and of The Council of 23 February 2005 on Maximum Residue Levels of Pesticides in or on Food and Feed of Plant and Animal Origin and Amending Council Directive 91/414/EEC. J. Eur. Communities 2005. L70/1. 6. Zheng, Q.Q., et al., Can the Part Replace the Whole? A Choice Experiment on Organic and Pesticide-Free Labels. Foods, 2022. 11(17). 7. Fernandes, V.C., et al., Multiple Organic Contaminants Determination including Multiclass of Pesticides, Polychlorinated Biphenyls, and Brominated Flame Retardants in Portuguese Kiwano Fruits by Gas Chromatography. Foods, 2023. 12(5): p. 993. 8. Fernandes, V.C., et al., Graphene-Type Materials for the Dispersive Solid-Phase Extraction Step in the QuEChERS Method for the Extraction of Brominated Flame Retardants from Capsicum Cultivars. Journal of Agricultural and Food Chemistry, 2023. 9. Dorosh, O., et al., Occurrence of pesticides and environmental contaminants in vineyards: Case study of Portuguese grapevine canes. Science of The Total Environment, 2021. 791: p. 148395. 10. Fernandes, V.C., et al., Improved QuEChERS for Analysis of Polybrominated Diphenyl Ethers and Novel Brominated Flame Retardants in Capsicum Cultivars Using Gas Chromatography. J Agric Food Chem, 2020. 68(10): p. 3260-3266. 11. Cruz Fernandes, V., et al., Evaluation of the QuEChERS and magnetic micro dispersive solid-phase extraction of brominated flame retardants in red fruits with determination by GC/MS. Food Chemistry, 2020. 309: p. 125572. 12. Fernandes, V.C., et al., Magnetic dispersive micro solid-phase extraction and gas chromatography determination of organophosphorus pesticides in strawberries. Journal of Chromatography A, 2018. 1566: p. 1-12. 13. Maia, M.L., et al., Seasonal and Spatial Comparison of Polycyclic Aromatic Hydrocarbons Among Decapod Shrimp from Coastal Portugal. Bulletin of Environmental Contamination and Toxicology, 2022. 109(3): p. 511-517. 14. Maia, M.L., et al., Minerals and fatty acids profile of Northwest Portuguese coast shrimps. Journal of Food Composition and Analysis, 2022. 112: p. 104652. 1. Leskovac, A. and S. Petrovic, Pesticide Use and Degradation Strategies: Food Safety, Challenges and Perspectives. Foods, 2023. 12(14). 2. Fernandes, V.C., et al., Pesticide residues in Portuguese strawberries grown in 2009-2010 using integrated pest management and organic farming. Environmental Science and Pollution Research, 2012. 19(9): p. 4184-4192. 3. Pestana, D., et al., Persistent organic pollutant levels in human visceral and subcutaneous adipose tissue in obese individuals—Depot differences and dysmetabolism implications. Environmental Research, 2014. 133(0): p. 170-177. 4. Sousa, S., et al., Accumulation of organophosphorus pollutants in adipose tissue of obese women - metabolic alterations. Environ Res, 2023. 239(Pt 1): p. 117337. 5. Regulation (EC) No. 396/2005 of The European Parliament and of The Council of 23 February 2005 on Maximum Residue Levels of Pesticides in or on Food and Feed of Plant and Animal Origin and Amending Council Directive 91/414/EEC. J. Eur. Communities 2005. L70/1. 6. Zheng, Q.Q., et al., Can the Part Replace the Whole? A Choice Experiment on Organic and Pesticide-Free Labels. Foods, 2022. 11(17). 7. Fernandes, V.C., et al., Multiple Organic Contaminants Determination including Multiclass of Pesticides, Polychlorinated Biphenyls, and Brominated Flame Retardants in Portuguese Kiwano Fruits by Gas Chromatography. Foods, 2023. 12(5): p. 993. 8. Fernandes, V.C., et al., Graphene-Type Materials for the Dispersive Solid-Phase Extraction Step in the QuEChERS Method for the Extraction of Brominated Flame Retardants from Capsicum Cultivars. Journal of Agricultural and Food Chemistry, 2023. 9. Dorosh, O., et al., Occurrence of pesticides and environmental contaminants in vineyards: Case study of Portuguese grapevine canes. Science of The Total Environment, 2021. 791: p. 148395. 10. Fernandes, V.C., et al., Improved QuEChERS for Analysis of Polybrominated Diphenyl Ethers and Novel Brominated Flame Retardants in Capsicum Cultivars Using Gas Chromatography. J Agric Food Chem, 2020. 68(10): p. 3260-3266. 11. Cruz Fernandes, V., et al., Evaluation of the QuEChERS and magnetic micro dispersive solid-phase extraction of brominated flame retardants in red fruits with determination by GC/MS. Food Chemistry, 2020. 309: p. 125572. 12. Fernandes, V.C., et al., Magnetic dispersive micro solid-phase extraction and gas chromatography determination of organophosphorus pesticides in strawberries. Journal of Chromatography A, 2018. 1566: p. 1-12. 13. Maia, M.L., et al., Seasonal and Spatial Comparison of Polycyclic Aromatic Hydrocarbons Among Decapod Shrimp from Coastal Portugal. Bulletin of Environmental Contamination and Toxicology, 2022. 109(3): p. 511-517. 14. Maia, M.L., et al., Minerals and fatty acids profile of Northwest Portuguese coast shrimps. Journal of Food Composition and Analysis, 2022. 112: p. 104652. 1. Leskovac, A. and S. Petrovic, Pesticide Use and Degradation Strategies: Food Safety, Challenges and Perspectives. Foods, 2023. 12(14). 2. Fernandes, V.C., et al., Pesticide residues in Portuguese strawberries grown in 2009-2010 using integrated pest management and organic farming. Environmental Science and Pollution Research, 2012. 19(9): p. 4184-4192. 3. Pestana, D., et al., Persistent organic pollutant levels in human visceral and subcutaneous adipose tissue in obese individuals—Depot differences and dysmetabolism implications. Environmental Research, 2014. 133(0): p. 170-177. 4. Sousa, S., et al., Accumulation of organophosphorus pollutants in adipose tissue of obese women - metabolic alterations. Environ Res, 2023. 239(Pt 1): p. 117337. 5. Regulation (EC) No. 396/2005 of The European Parliament and of The Council of 23 February 2005 on Maximum Residue Levels of Pesticides in or on Food and Feed of Plant and Animal Origin and Amending Council Directive 91/414/EEC. J. Eur. Communities 2005. L70/1. 6. Zheng, Q.Q., et al., Can the Part Replace the Whole? A Choice Experiment on Organic and Pesticide-Free Labels. Foods, 2022. 11(17). 7. Fernandes, V.C., et al., Multiple Organic Contaminants Determination including Multiclass of Pesticides, Polychlorinated Biphenyls, and Brominated Flame Retardants in Portuguese Kiwano Fruits by Gas Chromatography. Foods, 2023. 12(5): p. 993. 8. Fernandes, V.C., et al., Graphene-Type Materials for the Dispersive Solid-Phase Extraction Step in the QuEChERS Method for the Extraction of Brominated Flame Retardants from Capsicum Cultivars. Journal of Agricultural and Food Chemistry, 2023. 9. Dorosh, O., et al., Occurrence of pesticides and environmental contaminants in vineyards: Case study of Portuguese grapevine canes. Science of The Total Environment, 2021. 791: p. 148395. 10. Fernandes, V.C., et al., Improved QuEChERS for Analysis of Polybrominated Diphenyl Ethers and Novel Brominated Flame Retardants in Capsicum Cultivars Using Gas Chromatography. J Agric Food Chem, 2020. 68(10): p. 3260-3266. 11. Cruz Fernandes, V., et al., Evaluation of the QuEChERS and magnetic micro dispersive solid-phase extraction of brominated flame retardants in red fruits with determination by GC/MS. Food Chemistry, 2020. 309: p. 125572. 12. Fernandes, V.C., et al., Magnetic dispersive micro solid-phase extraction and gas chromatography determination of organophosphorus pesticides in strawberries. Journal of Chromatography A, 2018. 1566: p. 1-12. 13. Maia, M.L., et al., Seasonal and Spatial Comparison of Polycyclic Aromatic Hydrocarbons Among Decapod Shrimp from Coastal Portugal. Bulletin of Environmental Contamination and Toxicology, 2022. 109(3): p. 511-517. 14. Maia, M.L., et al., Minerals and fatty acids profile of Northwest Portuguese coast shrimps. Journal of Food Composition and Analysis, 2022. 112: p. 104652. 15. A. Muraro, et al., Managing food allergy: GA2LEN guideline 2022. World Allergy Organization Journal 15 (9) (2022) 100687. https://doi.org/10.1016/j.waojou.2022.100687 16. EU, Regulation (EU) No 1169/2011 of the European Parliament and of the Council, Provision of food information to consumers, version 01-01-2018. 2011 http://data.europa.eu/eli/reg/2011/1169/2018-01-01 17. S. de Gier, K. Verhoeckx, Insect (food) allergy and allergens, Molecular Immunology 100 (2018) 82-106. https://doi.org/10.1016/j.molimm.2018.03.015
PROGRAMA E OBJETIVOS
Como a operação está enquadrada
- Programa
- Programa Inovação e Transição Digital
- Fundo
- Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
- Objetivo estratégico
- + Inteligente
- Objetivo específico
- Reforçar a investigação, inovação e adoção de tecnologias avançadas.
- Área temática
- Investigação, Desenvolvimento e Inovação
- Atividade económica
- Outras atividades de consultoria, científicas, técnicas e similares, n.e.
- Modalidade
- Subvenção
- Taxa de cofinanciamento
- 85%
ONDE
Distribuição territorial publicada
Localização observada no ficheiro de 31 de agosto de 2026.
QUANDO
Calendário publicado
- Início previsto
- 1 de outubro de 2025
- Início efetivo
- 1 de junho de 2026
- Conclusão prevista
- 30 de setembro de 2027
- Conclusão efetiva
- Não indicada