PME · Em Execução

Trevipapel 2030 - Expanding Joker

TREVIPAPEL - TRANSFORMAÇÃO E CORTE DE PAPEL, S.A.

Fundo aprovado
9 037 419,96 €
Fundo executado
2 898 281,60 €
Fundo pago
2 898 281,60 €

Esta ficha organiza os campos que o Portugal 2030 publica sobre a operação: financiamento aprovado, execução administrativa, enquadramento e território. O mérito da candidatura e os resultados no terreno não constam desta fonte.

COMPETE2030-FEDER-00343500

O QUE FOI APRESENTADO

Finalidade da operação

A Trevipapel assume como objetivos do próximo ciclo de investimentos: 1. Acrescer capacidade produtiva global em 40 mil toneladas, embora na realidade, atendendo a que várias máquinas estão a ser cada vez menos utilizadas devido às limitações produtivas (caso das 4 DCM para toalhas de mesa e das 3 rebobinadoras de rolos, nenhuma delas fazendo laminação enquanto processa o produto, algo cada vez mais difícil de vender de forma proveitosa, bem como não usam bobines inteiras de 2,85 m), serão 28 mil toneladas a mais em termos de boa competividade qualidade-preço. 2. Incrementar os níveis de produtividade, por forma a tornar menos dependentes de mão de obra os processos de fabrico, aspeto para o qual relevam decididamente as dificuldades em recrutar colaboradores fabris na região – e mais…

Ler a descrição publicada na íntegra

A Trevipapel assume como objetivos do próximo ciclo de investimentos: 1. Acrescer capacidade produtiva global em 40 mil toneladas, embora na realidade, atendendo a que várias máquinas estão a ser cada vez menos utilizadas devido às limitações produtivas (caso das 4 DCM para toalhas de mesa e das 3 rebobinadoras de rolos, nenhuma delas fazendo laminação enquanto processa o produto, algo cada vez mais difícil de vender de forma proveitosa, bem como não usam bobines inteiras de 2,85 m), serão 28 mil toneladas a mais em termos de boa competividade qualidade-preço. 2. Incrementar os níveis de produtividade, por forma a tornar menos dependentes de mão de obra os processos de fabrico, aspeto para o qual relevam decididamente as dificuldades em recrutar colaboradores fabris na região – e mais ainda para turnos noturnos, já não falando em fins de semana, praticamente afastados de todo – e a flexibilidade de uso que uma oferta diversificada requer (num momento uma máquina pode estar a todo o vapor, 3 dias depois pode ter de ser outra máquina, e sendo muito automatizadas o know how especializado necessário minimiza-se muito). Em concreto, espera-se fazer subir as 179 toneladas percapita fabricadas em 2022 (já bem acima das 140 de 2021), para mais de 190 em 2026-27 e seguintes. 3. Proporcionar competências tecnológicas verdadeiramente disruptivas para os conhecimentos e práticas da empresa, além de pouco presentes ainda no setor a nível internacional, como um armazém robotizado de 10.000 paletes (ou mais, depende da negociação final) – que se pudessem no futuro atingir-se 50.000 toneladas de vendas, seriam 766 paletes movimentadas/dia, contra 422 em 2022 – onde entradas e saídas são automatizadas, permitindo ocupar apenas 1-2 operadores por turno e nenhum empilhador contra 18 e 16 respetivamente, atualmente (nota: continuarão a ser necessários alguns de uns e outros para algumas transferências das fábricas 1 e 2 para este armazém na fábrica 3), não esquecendo particularidades muito diferenciadoras da linha de rolos mista e da linha de interfolhado, ambas com robotização de fim de linha, bem como uma linha de recuperação de apara integrada e de funcionamento contínuo. - Catapultar a exportação, mercê do aumento de capacidade produtiva e de maior competividade (em preço/kg de alguns produtos), das 15 mil toneladas de 2022 (27,5 M€) para mais de 20 mil toneladas (40-41 M€) em 2026/27), consolidando melhor posições em países não longínquos onde já detém histórico razoável (Espanha obviamente, depois França, Marrocos, Irlanda, Bélgica) e explorando melhor outros onde já penetrou (Reino Unido, Suiça, Israel, PALOPs, alguns sul americanos). - Alavancar a entrada, mais reforçada e capacitada para mais «tenders», junto de clientelas incontornáveis para o consumo doméstico, como são as cadeias retalhistas (que já conhece e com quem tem realizado propostas, mas escassamente aceites e poucas com viabilidade por falta de tecnologia que responda em continuidade e picos, e com esbatimento de preços sem quebra de rendibilidade – caso, por exemplo, do monorolo envolto em plástico retratilizado com pega, que ainda não consegue fabricar). - Prosseguir o caminho da qualificação e especialização de conhecimentos e domínio dos processos, da organização e colaboradores, continuando a incrementar o peso dos qualificados – chegando a mais de 15% em 2026/27, depois de um percurso com 11,8% em 2017, 12,2% em 2019, 13,8% em 2021, 14,1% em 2022.

PROGRAMA E OBJETIVOS

Como a operação está enquadrada

Programa
Programa Inovação e Transição Digital
Fundo
Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
Objetivo estratégico
+ Inteligente
Objetivo específico
Reforçar o crescimento, a competitividade e a criação de emprego nas PME.
Área temática
PME
Atividade económica
Fabricação de artigos de papel para uso doméstico e sanitário
Modalidade
Subvenção
Taxa de cofinanciamento
40%

ONDE

Distribuição territorial publicada

LousãRegião de Coimbra · Centro
100% da localização

Localização observada no ficheiro de 31 de agosto de 2026.

QUANDO

Calendário publicado

Início previsto
21 de outubro de 2022
Início efetivo
7 de novembro de 2025
Conclusão prevista
31 de maio de 2027
Conclusão efetiva
Não indicada

PROVENIÊNCIA

Fonte oficial e datas de corte

Operação e valores: 31 de agosto de 2026. Localização: 31 de agosto de 2026.

Consultar o portal oficial Portugal 2030 ↗Capturas validadas por SHA-256; fonte verificada em 21 de setembro de 2026.