O QUE FOI APRESENTADO
Finalidade da operação
O reconhecimento internacional da qualidade do azeite português tem crescido significativamente nos últimos anos. Aliado a esse reconhecimento qualitativo está o aumento exponencial da produção nacional. No entanto, existe muito trabalho a realizar na modernização do tecido industrial, caracterizada por paradigmas e modelos antiquados e desajustados. O reconhecimento da qualidade e o aumento da capacidade de produção não são suficientes para garantir uma venda de valor acrescentado. É fundamental vender o azeite engarrafado com políticas de marca agressivas, consistentes, que valorizam a origem e a tradição, mas que acompanhem as exigências das novas gerações e assegurem um perfeito alinhamento entre a qualidade do produto entregue e a qualidade percecionada. Para singrar no mercado global…
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O reconhecimento internacional da qualidade do azeite português tem crescido significativamente nos últimos anos. Aliado a esse reconhecimento qualitativo está o aumento exponencial da produção nacional. No entanto, existe muito trabalho a realizar na modernização do tecido industrial, caracterizada por paradigmas e modelos antiquados e desajustados. O reconhecimento da qualidade e o aumento da capacidade de produção não são suficientes para garantir uma venda de valor acrescentado. É fundamental vender o azeite engarrafado com políticas de marca agressivas, consistentes, que valorizam a origem e a tradição, mas que acompanhem as exigências das novas gerações e assegurem um perfeito alinhamento entre a qualidade do produto entregue e a qualidade percecionada. Para singrar no mercado global é condição sine qua non inovar e ganhar eficiência que permita criar um destaque sustentável num mercado muito dinâmico e muito competitivo. Investimento em equipamentos que garantam uma automatização máxima, de todo o processo produtivo, é uma resposta estratégica a estas exigências, e representa uma oportunidade de transformação profunda com impacto significativo na qualidade, produtividade e sustentabilidade. Sob este prisma, a Montessence visa através do presente projeto diferenciar-se da concorrência existente através de um forte compromisso entre a qualidade do produto anunciado e a qualidade do produto fornecido, do foco no consumidor e do conteúdo/posicionamento da marca empresa e produto. Nesse sentido delineou um mapa de investimentos assente nas mais inovadoras tecnologias para o processo de embalamento do azeite, devidamente complementado por investimentos de índole mais organizacional ou de marketing, porém essenciais à prossecução dos objetivos estratégicos definidos e resultados ambicionados. A automatização integral do processo produtivo permitirá uma gestão mais eficiente dos recursos e a eliminação de ineficiências associadas a tarefas manuais, repetitivas e pesadas. A automação é um garante da velocidade, consistência e redução de desperdícios. Permitirá também a contratação de colaboradores, operadores fabris, mais qualificados, garantindo também maior integração, mais motivação e participação mais ativa no processo de melhoria contínua. Com a automação será possível consolidar, com menor custo, produtos de qualidade superior. Qualidade percebida não somente na qualidade intrínseca do azeite, mas na apresentação cuidada e imaculada da embalagem. Numa única palavra, uniformidade. A minimização dos custos operacionais, por via da redução de produtos rejeitados, diminuição de paragens e reparações inesperadas e com a redução do consumo energético por unidade produzida, vão contribuir para a obtenção sustentada de resultados financeiros positivos que vão permitir o autofinanciamento para o crescimento futuro da empresa. A sustentabilidade, a que os novos consumidores e público-alvo da estratégia da Montessence muito valoriza, é um fator decisivo para a indústria alimentar. A automatização do processo produtivo contribui para uma produção mais sustentável ao minimizar o consumo de energia, ao reduzir os desperdícios e o volume de produtos rejeitados. O compromisso da empresa com a sustentabilidade reforça a responsabilidade ambiental, como também torna a Montessence mais atrativa perante os consumidores, clientes, investidores e público em geral. A adoção de um sistema de gestão da produção adequado às etapas do processo industrial e em linha com as necessidades das restantes áreas da empresa constitui outro elemento-chave na maximização da eficiência da empresa, permitindo o acompanhamento e análise de desempenho ao longo das várias etapas de produção, conferindo o total controlo do processo e em tempo real. Por sua vez, o plano de marketing constituirá uma ferramenta insubstituível para uma empresa embrionária como a Montessence, todavia com ambiciosos objetivos em torno da sua marca e posicionamento no mercado. Em suma, o macro objetivo deste projeto é, sem dúvida, associar a qualidade reconhecida do azeite português à excelência tecnológica, às melhores práticas de gestão de empresa e de liderança dos colaboradores. Objetivos específicos: - VN em 2029: 15.287.527,10€, resultante de um volume de venda de 2.089.406 litros por ano, correspondentes a 4.178.812,50 garrafas de 0,5 litros. - VAB em 2029: 3.284.990,92€ - VAB por trabalhador em 2029: 410.623,86€ - Criação de emprego líquida de 6 em 2029, dos quais 3 altamente qualificados. - Angariação dos primeiros clientes da empresa, com uma ampla diversificação, espalhados por 9 mercados-alvo, correspondentes a uma taxa de exportação da empresa, em 2029, de 75% (11.472.089,60€), destacando-se os respetivos valores absolutos previsionais: Portugal: 3.815.437,50 €; Brasil: 7.643.763,55€; México: 917.251,63€; Japão: 917.251,63€; EUA: 611.501,08€; Canadá: 458.625,81€; Coreia do Sul: 312.194,81€; Países Baixos: 305.750,54€; Bélgica: 305.750,54€; - 4 atividades
PROGRAMA E OBJETIVOS
Como a operação está enquadrada
- Programa
- Programa Regional do Norte
- Fundo
- Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
- Objetivo estratégico
- + Inteligente
- Objetivo específico
- Reforçar o crescimento, a competitividade e a criação de emprego nas PME.
- Área temática
- PME
- Atividade económica
- Produção de azeite
- Modalidade
- Subvenção
- Taxa de cofinanciamento
- 40%
ONDE
Distribuição territorial publicada
Localização observada no ficheiro de 31 de agosto de 2026.
QUANDO
Calendário publicado
- Início previsto
- 6 de janeiro de 2025
- Início efetivo
- 5 de novembro de 2025
- Conclusão prevista
- 5 de janeiro de 2027
- Conclusão efetiva
- Não indicada