Esta ficha organiza os campos que o Portugal 2030 publica sobre a operação: financiamento aprovado, execução administrativa, enquadramento e território. O mérito da candidatura e os resultados no terreno não constam desta fonte.

NORTE2030-FEDER-01963500

O QUE FOI APRESENTADO

Finalidade da operação

A metodologia de projeto “Parque do Leça de Ermesinde” incluiu duas fases de trabalho. Numa primeira fase refletiu-se sobre a área envolvente ao Parque tendo por objetivo entender as interações que estabelece com a cidade de Ermesinde e aglomerados urbanos adjacentes e, numa segunda fase, analisou-se o espaço de modo a se definirem as intervenções a realizar, desenvolvendo-se posteriormente o programa formal e a respetiva pormenorização. A área de intervenção objeto de desenho formal integra um terreno com cerca de 7 hectares, faltando intervencionar cerca de 5.45 hectares, sendo que a caracterização pormenorizada da obra a efetuar, encontra-se descrita na memória descritiva dos projetos de arquitetura e das especialidades, complementadas pelas respetivas peças desenhadas. Tendo em conta a…

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A metodologia de projeto “Parque do Leça de Ermesinde” incluiu duas fases de trabalho. Numa primeira fase refletiu-se sobre a área envolvente ao Parque tendo por objetivo entender as interações que estabelece com a cidade de Ermesinde e aglomerados urbanos adjacentes e, numa segunda fase, analisou-se o espaço de modo a se definirem as intervenções a realizar, desenvolvendo-se posteriormente o programa formal e a respetiva pormenorização. A área de intervenção objeto de desenho formal integra um terreno com cerca de 7 hectares, faltando intervencionar cerca de 5.45 hectares, sendo que a caracterização pormenorizada da obra a efetuar, encontra-se descrita na memória descritiva dos projetos de arquitetura e das especialidades, complementadas pelas respetivas peças desenhadas. Tendo em conta a morfologia do terreno, os vários acessos da urbanização, acessos a partir dos vários aglomerados, a compatibilização entre os percursos pedonais e de veículos, o Parque preexistente e a previsão de utilização do espaço, definiu-se uma proposta de Parque onde as áreas permeáveis e semipermeáveis se conjugam de modo a se poder obter diversidade de situações e qualidade cénica e ecológica. Pretende-se que o Parque faça parte dos circuitos/artérias fundamentais da bacia do Leça pelo que se estudaram os circuitos possíveis de realizar de modo rápido e com pendentes mais agradáveis, ou seja de menor inclinação e sem necessidade de utilização de escadas. Se os percursos rápidos são essenciais na utilização diária do Parque, os lentos, ou seja, os que possibilitam deambular pelo espaço usufruindo dos recantos, do sossego, das sombras, dos odores, são os que nos levam a permanecer e a encontrar em cada época e estado de espírito o local que nos oferece as condições para estar. Nesse sentido também os circuitos mais lentos, os de fruição, foram estudados face às características do local tendo as pré-existências tido especial ponderação nesta análise. Tratando-se de um espaço em que a vertente desportiva e lúdica tem peso, a definição de circuitos que permitam a prática de desportos – skates, patins, corrida, caminhada, circuito de manutenção, yoga - foi ponderada, tendo-se considerado diferentes tipos de circuitos, níveis de dificuldade e intensidade de atividade. Um outro aspeto a que se deu grande relevância foi a segurança, principalmente com as atividades que concentram maior número de adeptos/espectadores, tendo-se assegurado um elevado número de entradas/saídas e de saídas de emergência, garantindo-se que mesmo em situações de conflito ou calamidade a área será rapidamente evacuada e poderá ser ocupada por forças de segurança e de emergência médica. Por fim encontra-se assegurado o percurso longitudinal ribeirinho que acompanha o rio Leça e que apresenta uma vertente de circulação pedonal e de bicicleta, no sentido de se pretende assegurar a fruição do circuito ribeirinho desde a Foz do rio até à nascente. Os solos foram outro aspeto objeto de reflexão e que teve grande peso nas soluções apresentadas no traçado do Parque. Apresentando os solos elevado valor produtivo considerou-se que deveriam manter a sua aptidão e vocação agrícola pelo que se propõe que parte dos terrenos se mantenha destinado para hortas e campos de pasto para animais bovinos e ovinos. Para além de se manterem as vocações e aptidões do solo ainda se consegue manter um elevado efeito de atratividade dado pela presença dos animais no Parque.

PROGRAMA E OBJETIVOS

Como a operação está enquadrada

Programa
Programa Regional do Norte
Fundo
Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
Objetivo estratégico
+ Próximo
Objetivo específico
Promover o desenvolvimento social, económico, ambiental e cultural nas zonas urbanas.
Área temática
Dinâmicas territoriais
Atividade económica
Administração Local
Modalidade
Subvenção
Taxa de cofinanciamento
85%

ONDE

Distribuição territorial publicada

ValongoÁrea Metropolitana do Porto · Norte
100% da localização

Localização observada no ficheiro de 31 de agosto de 2026.

QUANDO

Calendário publicado

Início previsto
8 de novembro de 2021
Início efetivo
Não indicada
Conclusão prevista
31 de março de 2027
Conclusão efetiva
Não indicada

PROVENIÊNCIA

Fonte oficial e datas de corte

Operação e valores: 31 de agosto de 2026. Localização: 31 de agosto de 2026.

Consultar o portal oficial Portugal 2030 ↗Capturas validadas por SHA-256; fonte verificada em 21 de setembro de 2026.
Parque do Leça de Ermesinde | Impacto Público