PME · Em Execução

Footure 2030 – Capacitação e Qualificação da Gestão no Calçado 2024 - 2026

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DOS INDUSTRIAIS DE CALÇADO,COMPONENTES E ARTIGOS DE PELE E SEUS SUCEDANEOS

Fundo aprovado
814 935,29 €
Fundo executado
295 866,60 €
Fundo pago
295 866,60 €

Esta ficha organiza os campos que o Portugal 2030 publica sobre a operação: financiamento aprovado, execução administrativa, enquadramento e território. O mérito da candidatura e os resultados no terreno não constam desta fonte.

COMPETE2030-FEDER-01273800

O QUE FOI APRESENTADO

Finalidade da operação

A presente candidatura insere-se no conjunto de projetos que a APICCAPS tem em curso, ou planeia vir a lançar, para pôr em prática o seu Plano Estratégico 2030. Nesse sentido, o objetivo último da candidatura é contribuir para concretizar a Visão 2030 aí enunciada: “Ser a referência internacional da indústria de calçado e reforçar as exportações portuguesas, aliando virtuosamente a sofisticação e criatividade com a eficiência produtiva, assente no desenvolvimento tecnológico e na gestão da cadeia internacional de valor, assim garantindo o futuro de uma base produtiva nacional, sustentável e altamente competitiva.” Daqui decorrem objetivos estratégicos, hierarquizáveis em vários níveis. Num primeiro nível, “ser a referência internacional da indústria de calçado” e “reforçar as exportações…

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A presente candidatura insere-se no conjunto de projetos que a APICCAPS tem em curso, ou planeia vir a lançar, para pôr em prática o seu Plano Estratégico 2030. Nesse sentido, o objetivo último da candidatura é contribuir para concretizar a Visão 2030 aí enunciada: “Ser a referência internacional da indústria de calçado e reforçar as exportações portuguesas, aliando virtuosamente a sofisticação e criatividade com a eficiência produtiva, assente no desenvolvimento tecnológico e na gestão da cadeia internacional de valor, assim garantindo o futuro de uma base produtiva nacional, sustentável e altamente competitiva.” Daqui decorrem objetivos estratégicos, hierarquizáveis em vários níveis. Num primeiro nível, “ser a referência internacional da indústria de calçado” e “reforçar as exportações portuguesas”. Enquanto o primeiro é um objetivo multifacetado e com algum grau de subjetividade, o segundo é estritamente quantitativo. Este objetivo de reforçar as exportações portuguesas pode decompor-se em duas vertentes essenciais. Mais de dois terços das exportações portuguesas de calçado ainda se concentram nos mercados da Alemanha, França, Holanda, Espanha e Reino Unido. É fundamental, pelo menos, manter o valor das exportações para estes mercados. Por outro lado, é necessário continuar a diversificação de mercados por via de um crescimento mais rápido das exportações para outros destinos. A concretização destes objetivos exige, como afirma a Visão, que se alie a sofisticação e criatividade com a eficiência produtiva. O custo do trabalho, que é uma componente muito importante do custo de fabrico do calçado, vai inevitavelmente aumentar. Em parte, fruto da escassez de mão-de-obra, em parte, fruto das exigências regulamentares. Os fabricantes portugueses terão, por isso, cada vez mais dificuldade em concorrer pelo custo. Para se manterem competitivos, terão de prosseguir o trajeto de evolução para as gamas de produto mais valorizadas. Daí a aposta na “sofisticação e criatividade”. Mas terão simultaneamente de ser eficientes ao nível da produção. A Visão convoca dois instrumentos para o conseguir. Por um lado, o desenvolvimento tecnológico. Nesse sentido, o Plano dedica um dos seus eixos de atuação à flexibilidade e rapidez de resposta. Por outro, a “gestão da cadeia internacional de valor”: as empresas portuguesas não podem descurar a possibilidade de se abastecer noutras localizações relativamente a atividades em que não conseguem ser competitivas, como fazem os seus concorrentes. Em última análise, o Plano visa preservar uma “base produtiva nacional”, protegendo o emprego e a atividade económica das suas zonas de inserção preferencial. Num contexto em que o fabrico de calçado tem vindo a perder relevância na maioria dos países europeus, este é um objetivo ambicioso. A presente candidatura visa contribuir para o cumprimento destes objetivos, embora, evidentemente, de forma parcial, sendo um de muitos instrumentos a que a APICCAPS recorrerá para esse efeito. Dentro do Plano Estratégico 2030, a candidatura está enquadrada na implementação do Eixo 1- Qualificação de Pessoas e Empresas que serve de suporte a toda a estratégia setorial. A este nível, mais operacional, a candidatura tem dois objetivos fundamentais: qualificar os recursos humanos das empresas, nomeadamente ao nível da gestão e qualificar os processos decisórios das empresas mediante a produção e difusão de intelligence estratégico.

PROGRAMA E OBJETIVOS

Como a operação está enquadrada

Programa
Programa Inovação e Transição Digital
Fundo
Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
Objetivo estratégico
+ Inteligente
Objetivo específico
Reforçar o crescimento, a competitividade e a criação de emprego nas PME.
Área temática
PME
Atividade económica
Fabricação de calçado
Modalidade
Subvenção
Taxa de cofinanciamento
85%

ONDE

Distribuição territorial publicada

-- · Norte
78.95% da localização
-- · Centro
16.51% da localização
-- · Alentejo
4.54% da localização

Localização observada no ficheiro de 31 de agosto de 2026.

QUANDO

Calendário publicado

Início previsto
1 de julho de 2024
Início efetivo
14 de fevereiro de 2026
Conclusão prevista
30 de junho de 2026
Conclusão efetiva
Não indicada

PROVENIÊNCIA

Fonte oficial e datas de corte

Operação e valores: 31 de agosto de 2026. Localização: 31 de agosto de 2026.

Consultar o portal oficial Portugal 2030 ↗Capturas validadas por SHA-256; fonte verificada em 21 de setembro de 2026.
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