Transportes · Aceite pela Entidade

Ampliação, requalificação e segregação de infraestruturas cicláveis e de mobilidade ativa de Vila Real de Santo António

MUNICÍPIO DE VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO

Fundo aprovado
371 301,21 €
Fundo executado
0,00 €
Fundo pago
0,00 €

Esta ficha organiza os campos que o Portugal 2030 publica sobre a operação: financiamento aprovado, execução administrativa, enquadramento e território. O mérito da candidatura e os resultados no terreno não constam desta fonte.

ALGARVE-FEDER-02955000

O QUE FOI APRESENTADO

Finalidade da operação

A candidatura visa, para além do melhoramento das condições básicas de circulação e de segurança (piso, balizas, sinalização, condições de tráfego), articular as pistas e faixas cicláveis existentes, atualmente desconectadas e desarticuladas através de ligações seguras e funcionais. Os percursos para ciclistas são habitualmente classificados em três tipologias: via banalizada, faixa ciclável e pista ciclável. Todos eles se encontram representados nos distintos troços da área de intervenção, parte significativa da rede ciclável da cidade de Vila Real de Santo António. A necessidade de articulação entre os diversos circuitos que constituem a rede ciclável, independentemente da sua tipologia, prende-se com a resolução de potenciais conflitos entre veículos motorizados e bicicletas,…

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A candidatura visa, para além do melhoramento das condições básicas de circulação e de segurança (piso, balizas, sinalização, condições de tráfego), articular as pistas e faixas cicláveis existentes, atualmente desconectadas e desarticuladas através de ligações seguras e funcionais. Os percursos para ciclistas são habitualmente classificados em três tipologias: via banalizada, faixa ciclável e pista ciclável. Todos eles se encontram representados nos distintos troços da área de intervenção, parte significativa da rede ciclável da cidade de Vila Real de Santo António. A necessidade de articulação entre os diversos circuitos que constituem a rede ciclável, independentemente da sua tipologia, prende-se com a resolução de potenciais conflitos entre veículos motorizados e bicicletas, decorrentes da passagem de faixas e/ou pistas para vias banalizadas, em áreas com tráfego motorizado relevante. Como exemplo dessa realidade, podemos referir a inexistência de ligação entre a pista ciclável (unidirecional) da av. Infante Dom Henrique, vulgarmente conhecida por “estrada da Mata” e o troço sul da Rua das Comunidades Portuguesas, com a pista da Av. Salgueiro Maia (ex. EN125; bidirecional, No 2), as pistas da Av. Município de Playa e Av. Castro Marim, a norte. Essa articulação, através da introdução de novas pistas e/ou faixas cicláveis, concretiza-se pela proposta de novo troço a implantar na Rua das Comunidades Portuguesas, e na Av. Infante Dom Henrique, lado nascente. A estratégia de implementação de coerência e continuidade na rede ciclável existente, concorre para aumentar a segurança e conforto na utilização e, por consequência, melhorar a funcionalidade da rede ciclável. A criação de condições para uma nova cultura de mobilidade, passa pelo estabelecimento de circuitos funcionais, coerentes, articulados e contínuos, que estabeleçam com a sociedade um compromisso de prestação de serviço: oferta de circuitos para as deslocações casa-trabalho (quotidiano), para o lazer e turismo e, simultaneamente, para a prática de atividade física/desporto, em segurança. O serviço prestado, levará à mudança comportamental ao nível do cidadão individual, de grupos de cidadãos e da sociedade em geral, favorecendo a mobilidade sustentável, descarbonizada. Dos requisitos e expectativas dos ciclistas, elencados pelo IMTT (adaptado de IMTT, I.P, 2011b; CROW, 1998; Austroads, 2017a), destacam-se a conectividade e adequabilidade da rede ciclável que (...) deve oferecer ligações diretas e continuas entre os principais polos geradores e atratores de deslocações, tais como equipamentos coletivos, interfaces de transportes, áreas habitacionais, (..) A rede deve ser configurada em função da orografia, da malha e da vivência urbanas e, ainda, das necessidades dos ciclistas, tendo em consideração os fluxos existentes e potenciais. Podemos afirmar que a cidade beneficia de orografia de declives suaves, caracterizados por extensas áreas aplanadas (declives inferiores a 4%), propícios para as deslocações em bicicleta. Também o clima ameno, interrompido somente nos meses de maior calor, torna a utilização da bicicleta muito recomendada. Relativamente às tipologias e formas de segregação apresentadas para cada troço, físicas e/ou visuais, tiveram como orientação a publicação do IMTT (Março, 2011), que estabelece a relação entre a velocidade de circulação de veículos motorizados e o volume de tráfego.

PROGRAMA E OBJETIVOS

Como a operação está enquadrada

Programa
Programa Regional do Algarve
Fundo
Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
Objetivo estratégico
+ Verde
Objetivo específico
Promover a sustentabilidade na mobilidade urbana e reduzir as emissões de carbono.
Área temática
Transportes
Atividade económica
Administração Local
Modalidade
Subvenção
Taxa de cofinanciamento
60%

ONDE

Distribuição territorial publicada

Vila Real de Santo AntónioAlgarve · Algarve
100% da localização

Localização observada no ficheiro de 31 de agosto de 2026.

QUANDO

Calendário publicado

Início previsto
2 de fevereiro de 2026
Início efetivo
Não indicada
Conclusão prevista
3 de agosto de 2026
Conclusão efetiva
Não indicada

PROVENIÊNCIA

Fonte oficial e datas de corte

Operação e valores: 31 de agosto de 2026. Localização: 31 de agosto de 2026.

Consultar o portal oficial Portugal 2030 ↗Capturas validadas por SHA-256; fonte verificada em 21 de setembro de 2026.