Dinâmicas territoriais · Aprovada

Rede Regeneração do Rio Mira - Respostas locais a desafios territoriais específicos

ASSOCIAÇÃO MOSSY EARTH

Fundo aprovado
252 600,01 €
Fundo executado
0,00 €
Fundo pago
0,00 €

Esta ficha organiza os campos que o Portugal 2030 publica sobre a operação: financiamento aprovado, execução administrativa, enquadramento e território. O mérito da candidatura e os resultados no terreno não constam desta fonte.

ALT2030-FEDER-04022600

O QUE FOI APRESENTADO

Finalidade da operação

A componente Respostas Locais a Desafios Específicos do projeto ReMira constitui o núcleo operativo da intervenção territorial, orientado para responder de forma integrada, participada e adaptada aos desafios ecológicos, sociais e de governação que afetam a bacia do rio Mira. Esta componente tem como objetivo central ativar capacidades locais, mobilizar os atores diretamente envolvidos com o rio e cocriar soluções regenerativas enraizadas no território, assegurando impactos concretos e duradouros. Um primeiro objetivo desta componente é promover o reconhecimento público do projeto e a mobilização inicial do território, através da realização de apresentações públicas. Estas ações visam dar a conhecer os objetivos, metodologia e oportunidades de envolvimento do ReMira, criando confiança,…

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A componente Respostas Locais a Desafios Específicos do projeto ReMira constitui o núcleo operativo da intervenção territorial, orientado para responder de forma integrada, participada e adaptada aos desafios ecológicos, sociais e de governação que afetam a bacia do rio Mira. Esta componente tem como objetivo central ativar capacidades locais, mobilizar os atores diretamente envolvidos com o rio e cocriar soluções regenerativas enraizadas no território, assegurando impactos concretos e duradouros. Um primeiro objetivo desta componente é promover o reconhecimento público do projeto e a mobilização inicial do território, através da realização de apresentações públicas. Estas ações visam dar a conhecer os objetivos, metodologia e oportunidades de envolvimento do ReMira, criando confiança, transparência e sentido de pertença desde o início do processo. Ao abrir o projeto à participação alargada, pretende-se envolver proprietários, comunidades ribeirinhas, autarquias, organizações locais e outros agentes relevantes, assegurando uma base social sólida para o desenvolvimento das fases seguintes. A identificação e registo da rede constitui um segundo objetivo fundamental, permitindo mapear, caracterizar e integrar os diversos atores com relação direta ao rio Mira. Este processo visa estruturar uma rede ativa e representativa de proprietários, comunidades, entidades públicas e privadas, criando uma base de dados viva que sustente a comunicação, a cooperação e a tomada de decisão ao longo do projeto. Ao reconhecer formalmente estes atores como parte integrante da rede de regeneração, reforça-se o compromisso coletivo e a corresponsabilização na gestão do território. A ativação da rede, através de encontros e visitas técnicas com proprietários e comunidades, tem como objetivo aprofundar o diálogo, identificar desafios específicos à escala local e promover a partilha de conhecimento e experiências. Estes encontros permitem compreender as dinâmicas ecológicas e socioeconómicas do território, valorizar o conhecimento local e criar condições para a adesão voluntária a práticas regenerativas, reforçando a confiança entre os diferentes intervenientes. Outro objetivo central é a cocriação de um Plano de Regeneração do Rio Mira, desenvolvido de forma colaborativa com os membros da rede. Este plano visa integrar conhecimento científico, técnico e empírico, traduzindo-se num instrumento estratégico e operacional que orienta ações futuras de regeneração ecológica, gestão sustentável da água e uso do solo. A cocriação assegura que o plano responde às necessidades reais do território, é socialmente legitimado e passível de implementação a médio e longo prazo. Por fim, as intervenções demonstrativas de boas práticas de regeneração ecológica têm como objetivo testar, demonstrar e tornar visíveis soluções concretas para os desafios identificados. Estas intervenções funcionam como projetos-piloto, com forte componente pedagógica e replicável, permitindo evidenciar os benefícios ambientais, sociais e económicos das abordagens regenerativas e incentivando a sua adoção por outros proprietários e territórios. No seu conjunto, esta componente visa transformar desafios locais em oportunidades de regeneração, fortalecendo a capacidade de resposta do território, promovendo uma governação colaborativa do rio e criando bases sólidas para a sustentabilidade ecológica e social da bacia do Mira.

PROGRAMA E OBJETIVOS

Como a operação está enquadrada

Programa
Programa Regional do Alentejo
Fundo
Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
Objetivo estratégico
+ Próximo
Objetivo específico
Promover o desenvolvimento social, económico, ambiental e cultural nas zonas não urbanas.
Área temática
Dinâmicas territoriais
Atividade económica
Atividade dos parques e reservas naturais
Modalidade
Subvenção
Taxa de cofinanciamento
85%

ONDE

Distribuição territorial publicada

OdemiraAlentejo Litoral · Alentejo
50% da localização
OuriqueBaixo Alentejo · Alentejo
25% da localização
AlmodôvarBaixo Alentejo · Alentejo
25% da localização

Localização observada no ficheiro de 30 de setembro de 2026.

QUANDO

Calendário publicado

Início previsto
10 de abril de 2026
Início efetivo
Não indicada
Conclusão prevista
31 de dezembro de 2028
Conclusão efetiva
Não indicada

PROVENIÊNCIA

Fonte oficial e datas de corte

Operação e valores: 30 de setembro de 2026. Localização: 30 de setembro de 2026.

Consultar o portal oficial Portugal 2030 ↗Capturas validadas por SHA-256; fonte verificada em 15 de outubro de 2026.
Nota sobre as datas publicadas
  • Ficheiro geral das operações: o nome oficial indica 31 de agosto de 2026; todas as linhas indicam 30 de setembro de 2026.
  • Ficheiro de distribuição territorial: o nome oficial indica 31 de agosto de 2026; todas as linhas indicam 30 de setembro de 2026.