Investigação, Desenvolvimento e Inovação · Aprovada

Valorização de Haematococcus para Astaxantina Sustentável

PHYCOFERM, LDA

Fundo aprovado
24 999,99 €
Fundo executado
0,00 €
Fundo pago
0,00 €

Esta ficha organiza os campos que o Portugal 2030 publica sobre a operação: financiamento aprovado, execução administrativa, enquadramento e território. O mérito da candidatura e os resultados no terreno não constam desta fonte.

ALGARVE-FEDER-03378300

O QUE FOI APRESENTADO

Finalidade da operação

O objetivo geral do VALASTRA – Valorização de Haematococcus para Astaxantina Sustentável é reforçar a capacidade de inovação da PhycoFerm através da aquisição de consultoria científica avançada que permita avaliar, com base em evidência, vias heterotróficas alimentadas a acetato para produção sustentável de astaxantina natural. O projeto centra-se na transferência de conhecimento do sistema científico para a PME, na preparação para o escalonamento interno e na criação das bases de uma parceria estratégica com a GreenCoLab. Objetivos específicos (resultados verificáveis): 1. Produzir um estudo preliminar, elaborado pela GreenCoLab, que consolide evidência sobre crescimento de Haematococcus em regime heterotrófico alimentado a acetato, indução de pigmentos e variáveis operacionais…

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O objetivo geral do VALASTRA – Valorização de Haematococcus para Astaxantina Sustentável é reforçar a capacidade de inovação da PhycoFerm através da aquisição de consultoria científica avançada que permita avaliar, com base em evidência, vias heterotróficas alimentadas a acetato para produção sustentável de astaxantina natural. O projeto centra-se na transferência de conhecimento do sistema científico para a PME, na preparação para o escalonamento interno e na criação das bases de uma parceria estratégica com a GreenCoLab. Objetivos específicos (resultados verificáveis): 1. Produzir um estudo preliminar, elaborado pela GreenCoLab, que consolide evidência sobre crescimento de Haematococcus em regime heterotrófico alimentado a acetato, indução de pigmentos e variáveis operacionais determinantes; entregar recomendações claras para prova de conceito e piloto interno. 2. Transferir metodologias e boas práticas (desenho experimental, amostragem, análise de pigmentos, interpretação estatística), documentando procedimentos e limites operacionais que permitam repetibilidade. 3. Clarificar pressupostos de viabilidade técnico-económica e riscos (técnicos, operacionais, regulatórios e de mercado), estabelecendo métricas-alvo de processo/qualidade, restrições e dependências; fornecer premissas indicativas de CAPEX/OPEX para orientar investimentos. 4. Estruturar um roteiro de próximos passos para a fase de piloto, com marcos, critérios de passagem (“go/no-go”), necessidades de infraestrutura, ensaios de verificação e mapa de competências a desenvolver. 5. Formalizar princípios de colaboração PhycoFerm–GreenCoLab (governação técnica, gestão de dados, confidencialidade, exploração de resultados e vias de proteção de PI), abrindo caminho a candidaturas conjuntas e co-desenvolvimento com clientes. 6. Alinhar o roteiro de inovação com prioridades públicas (RIS3 Algarve, Estratégia Nacional para o Mar 2021–2030 e Plano de Ação para a Bioeconomia Sustentável 2030), reforçando a integração da empresa no ecossistema regional e nacional de I&I. Método de execução e governança: a PhycoFerm fornecerá informação necessária (estirpes, composição de meios, contexto de aplicação) e coordenará reuniões técnicas de arranque, de checkpoint e de encerramento, assegurando a captura e organização do conhecimento transferido. A GreenCoLab conduzirá o estudo, apresentando resultados em formato de relatório técnico com anexos de suporte (protocolos, dados de análise e recomendações). A gestão do projeto contemplará plano de riscos e registo de decisões para maximizar aprendizagens e rastreabilidade. Indicadores e critérios de sucesso: (a) ação de consultoria realizada com entrega de relatório validado; (b) conjunto de recomendações priorizadas e calendário de próximos passos; (c) definição de métricas-alvo de processo/qualidade e de critérios “go/no-go” para a prova de conceito; (d) minuta de princípios de colaboração estratégica aprovada pelas partes; (e) evidência de integração do conhecimento no plano de I&D da PhycoFerm (atualização de documentos internos, listas de requisitos e mapa de riscos). Impactos esperados: incremento da capacidade de absorção de conhecimento e da autonomia técnica; redução de incerteza e risco de investimento; aceleração de time-to-market por via de decisões melhor informadas; reforço da competitividade e da sustentabilidade (eco-inovação e circularidade) na biotecnologia azul. Em suma, VALASTRA não procura executar aqui um programa experimental extensivo, mas sim entregar o conhecimento e a arquitetura colaborativa que permitem à PhycoFerm avançar com segurança para o escalonamento interno, encurtando o ciclo de desenvolvimento, mitigando retrabalho e orientando recursos para as hipóteses com maior valor. Conformidade e princípios transversais: o projeto observará o princípio “Não Prejudicar Significativamente” (DNSH), privilegiando práticas seguras, uso eficiente de recursos e gestão adequada de resíduos. Haverá plano de gestão de dados (metadados, versionamento, acesso restrito) e observância de confidencialidade. A qualidade será assegurada por revisão cruzada e registos de procedimentos. Capacitação e efeitos duradouros: a equipa participará em sessões de transferência de conhecimento e em exercícios de “lessons learned”, integrando recomendações no plano de I&D, nos requisitos de equipamentos e na preparação regulatória. Espera-se uma base técnica para conversas comerciais, captação de financiamento e uma estrutura de parceria que perdure. Contributo territorial e de mercado: o conhecimento posicionará o Algarve como polo de biotecnologia azul aplicada, fortalecendo ligações ciência-indústria e a exportação de soluções. Nos mercados-alvo (alimentar, nutracêutico, cosmético), o projeto prepara a oferta de ingredientes naturais consistentes, com argumentos de sustentabilidade e desempenho, reforçando a proposta de valor junto de clientes B2B.

PROGRAMA E OBJETIVOS

Como a operação está enquadrada

Programa
Programa Regional do Algarve
Fundo
Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
Objetivo estratégico
+ Inteligente
Objetivo específico
Reforçar a investigação, inovação e adoção de tecnologias avançadas.
Área temática
Investigação, Desenvolvimento e Inovação
Atividade económica
Investigação e desenvolvimento em biotecnologia
Modalidade
Subvenção
Taxa de cofinanciamento
100%

ONDE

Distribuição territorial publicada

FaroAlgarve · Algarve
100% da localização

Localização observada no ficheiro de 31 de agosto de 2026.

QUANDO

Calendário publicado

Início previsto
31 de dezembro de 2025
Início efetivo
Não indicada
Conclusão prevista
29 de dezembro de 2026
Conclusão efetiva
Não indicada

PROVENIÊNCIA

Fonte oficial e datas de corte

Operação e valores: 31 de agosto de 2026. Localização: 31 de agosto de 2026.

Consultar o portal oficial Portugal 2030 ↗Capturas validadas por SHA-256; fonte verificada em 21 de setembro de 2026.