O QUE FOI APRESENTADO
Finalidade da operação
No seguimento do ponto anterior, a APPACDM de Aveiro procura manter e inovar a sua ação no âmbito da Formação Profissional, em Percurso C, pela experiência e consciência das dificuldades que as pessoas com deficiência e incapacidade enfrentam na procura de um lugar equitativo na sociedade. Nesta procura, lutam pela promoção de competências que combatam a taxa de desemprego vigente e, aumentem a capacidade para encontrarem e manterem um emprego de forma mais consistente e prolongada no tempo. Para além da ocupação num trabalho, a Formação Profissional também tem a missão de promover mecanismos ao nível da promoção de saúde mental na comunidade, uma problemática cada vez mais evidente e mais preocupante para o Governo e para as respostas locais. A ocupação ou um trabalho, representa um fator…
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No seguimento do ponto anterior, a APPACDM de Aveiro procura manter e inovar a sua ação no âmbito da Formação Profissional, em Percurso C, pela experiência e consciência das dificuldades que as pessoas com deficiência e incapacidade enfrentam na procura de um lugar equitativo na sociedade. Nesta procura, lutam pela promoção de competências que combatam a taxa de desemprego vigente e, aumentem a capacidade para encontrarem e manterem um emprego de forma mais consistente e prolongada no tempo. Para além da ocupação num trabalho, a Formação Profissional também tem a missão de promover mecanismos ao nível da promoção de saúde mental na comunidade, uma problemática cada vez mais evidente e mais preocupante para o Governo e para as respostas locais. A ocupação ou um trabalho, representa um fator protetor de risco para um País como o nosso que enfrenta níveis de ansiedade e depressão entre os mais elevados da União Europeia. A estatística mais recente aponta para 1 em cada 5 portugueses com algum tipo de perturbação mental, sendo a depressão uma das principais causas de incapacidade no país, com especial incidência nas mulheres e populações com rendimentos mais baixos. Nesta linha, a Formação surge como um recurso intermédio à prevenção ou minimização desta condição, quer financeira, quer de estimulação cognitiva, quer para contrariar o isolamento social. Embora não seja um custo/benefício direto, também se procura que estas medidas tenham um impacto positivo nos custos dos SNS, com seguros e perda de produtividade. Neste campo, a nossa experiência dita que a articulação com os recursos locais, Médicos de Família, Serviço de Psiquiatria e a Equipa Comunitária é fundamental, sobretudo numa fase em que Portugal atravessa uma fase de transição, passando de um modelo focado no internamento para uma abordagem comunitária e preventiva, apesar dos desafios significativos no tempo de resposta à elevada procura. A APPACDM de Aveiro não tem um modelo rígido de intervenção, alinha-se no centrado na Pessoa, de Carl Rogers, por um lado, e nas linhas de Bateson, num olhar sistémico, onde a Pessoa é vista num sistema dinâmico onde todos interagem e se influenciam por padrões de interação e formas de comunicação na resolução de problemas. Assim, procuramos que autorrealização das/os Formandos/as enquanto PESSOAS, com foco em: ver a pessoa para além da sua deficiência e/ou incapacidade, contrariar o isolamento social, reduzir a tendência para comportamentos autodestrutivos (consumos de álcool, drogas, e outras substâncias, uso indevido as redes sociais e tendências suicidas), a mendicidade (por precariedade económica e por doença mental), reduzir as dificuldades ao nível da habitação e outros dramas comunitários (ex:migração), que se refletem de forma diferenciada ao nível da saúde pública e da economia nacional. Neste caminho procuramos desenhar alguns cenários que promovam inclusão com foco nas reais (in)capacidades, em contextos mais adaptados e no desbloqueio de barreiras que possam comprometer a oportunidade de ter um emprego e uma vida mais autónoma e participativa na comunidade onde estão inseridos. Relembrando Kabeen Hirji “a Diversidade é um facto, a Inclusão é uma prática”, acreditamos que a APPCDM de Aveiro persiste em manter a Formação porque acredita que a intervenção no terreno (famílias, empresas, escolas, estabelecimentos de saúde, juntas de freguesia, e outros) humaniza os serviços e promove a realização e a qualidade de vida de pcdi.
PROGRAMA E OBJETIVOS
Como a operação está enquadrada
- Programa
- Programa Demografia, Qualificações e Inclusão
- Fundo
- Fundo Social Europeu Mais
- Objetivo estratégico
- + Social
- Objetivo específico
- Inclusão e participação ativa, igualdade de oportunidades e melhoria da empregabilidade.
- Área temática
- Emprego
- Atividade económica
- Actividades de apoio social para pessoas com deficiência, com alojamento
- Modalidade
- Subvenção
- Taxa de cofinanciamento
- 85%
ONDE
Distribuição territorial publicada
Localização observada no ficheiro de 31 de julho de 2026.
QUANDO
Calendário publicado
- Início previsto
- 1 de outubro de 2026
- Início efetivo
- Não indicada
- Conclusão prevista
- 20 de novembro de 2028
- Conclusão efetiva
- Não indicada